quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Poetas não morrem




Poetas não morrem.
Pessoas morrem.

Obras eternizam poetas.
Minhocas decompõem corpos.

Palavras ecoam ad eternum.
Terno, gravata e esqueleto.

Risos e homenagens.
Saudosimo e pranto



(Gualter)







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